
Ver Shakira levantar a bandeira do Brasil, seu figurino de show com as nossas cores nacionais, recompensa: sangue, suor e lágrimas sob os quais vivi. batalhando, impulsionando, divulgando: o Brasil e as maravilhas criadas pelo nosso povo. É também a prova de que fiz a coisa certa ao hastear a primeira bandeira do Brasil, na rua 46, dando início à Little Brazil, na região mais resplandecente de New York.
Porrada é expressão, gíria, bastante usada pelo craque Romário. E foi exatamente o que levei: porrada verbal, porrada em textos, porrada de fofoqueiros ideológicos.
“Em plena ditadura militar, Jota Alves, coloca uma bandeira de milico na entrada de seu escritório”. “Ele tá usando a bandeira para encobrir que é comunista. Ele veio de Moscou para NY”. Porrada de esquerdistas abestalhados e de gente da direita má informada. Até hoje, tem colega, adulto, bem formado, rico, que não me perdoa por ter sido o primeiro da turma universitária a sair de Moscou, então meca do comunismo, para New York, a capital da capitalista. Tivesse ido viver em Cuba, Angola, China, para eles, estaria tudo bem.
Não faz muito tempo, a bandeira quase ganhou tom vermelho. A euforia com o socialismo seculo21 de Hugo Chávez era tão avassaladora, empolgante, delirante, elegendo presidentes na América do Sul e Central, que novos mapas apareceram com destaque para o Brasil vermelho.

Ora, se o governo é vermelho, a bandeira deve ter um pedaço de vermelho. Lula e Dilma tomaram posse com milhares de bandeiras, faixas, bonés, camisetas, vermelhas.
E tem fanatizado que sonha com isso. Do jeito que vamos, com gente de verde amarelo presa, por uma canetada de Homem da Lei poderemos ter o vermelho na bandeira. A China, vai adorar.

Não faz muito tempo, e já sob a influencia da psicóloga- ativista Janja, Lula disse “por que esse negócio de verde, verde, essa coisa de amarelo, amarelo, se há outras cores”. Obviamente, o presidente não se referia ao azul e ao branco, cores na nossa bandeira.

Por achar que o presidente Bolsonaro, militar da reserva, havia “sequestrado” a bandeira e o verde-amarelo, militante- canabis, ativista- sexual: urinavam na bandeira. Tocavam fogo na bandeira. Rasgavam a bandeira. Teve uma feminista- sexual que cagou na bandeira.

Escracho: Bebel Gilberto -filha de João Gilberto, expoente da bossa nova, por muitos anos promovendo a música e o Brasil nos Estados Unidos- na Califórnia, no palco, pisava, cuspia na Bandeira.
Com a chegada da Copa do mundo, e sendo a seleção canarinho a que mais títulos tem, a propaganda do governo passou a usar o verde e o amarelo.
Com a morte de Hugo Chávez, Fidel Castro, de líderes do socialismo 21, e com a prisão, por corrupção, de Cristina Kirchner, com a “extração” e prisão do narco-ladrão Maduro, o presidente do Brasil baixou a bola. Passou a fazer algumas menções à bandeira e a falar em soberania nacional. Esse “despertar cívico” aumentará com as chances do Brasil na Copa do Mundo.
Quanto custa a bandeira do Brasil?

De longe se via a bandeira- guia, tremulando no 37 West 46 Street. A rua lotada de turistas. Todas as lojas, restaurantes, salão de beleza, se dando bem, muito bem. Aí, no entorno da rua 46, e até bem longe, na Canal Street, judeus, árabes, palestinos, coreanos, latinos, passaram a colocar a bandeira em suas vitrines.
Não se via a Bandeira do Brasil por NY. Passaram a ver.
Não podia cobrar nem proibir o uso da bandeira como chamariz. Mas, eu havia criado o jornal The Brasilians para promover, apoiar, defender: imigrantes e negócios brasileiros, divulgar e promover: negócios, arte, música, futebol, carnaval. Com a bandeira a nos identificar e diferenciar.
A bandeira no Waldorf e no Plaza

Exemplo de como se pode divulgar e “massificar” símbolo, logo marca: todo dia, cedinho, por 30 anos, saia da rua 65, entrava na Quinta Avenida, dando de cara com o Plaza Hotel, de tantos filmes e histórias.
E lá estavam a bandeira da Alemanha, da Itália, da França…O mesmo no Waldorf Astoria Hotel. Conversei com o Gerente. Para reforçar, pedi à Laurita Mourão, do Consulado Geral, que enviasse carta- solicitando hastear a bandeira, sempre que ministro, diplomata…do Brasil, se hospedassem no hotel. No Brazilian Day, a maior festa brasileira no mundo, o Empire State se iluminava de verde amarelo azul..
Dei para o Waldorf Astoria a bandeira que ficava hasteada quando do Carnaval do Brasil, em seu salão nobre. E por fim, o estádio lotado de terráqueos: dois olhos, uma boca, duas orelhas, cabeção ou cabecinha, como sabemos quem é brasileiro na torcida, na multidão? Pela bandeira. Pela camiseta verde amarela. Pelo boné Brasil. O nosso passaporte para o mundo.


Mick Jagger, Beyonce, Lewis Hamilton, Shakira, aos famosos, e com todos, que se vestiram com as nossas cores nacionais. Com eles, que respeitaram, honraram, divulgaram, a Bandeira do meu Brasil- brasileiro, todo dia é Brazilian Day.
Encaminhar: www.diadobrasil.com.br. Envie E-mail de amigos, parentes, para receber e se informar com www.oreporternahistoria.com.br e www.diadobrasil. com. br gratuitamente, para diadobrasil1@ gmail.com.
Trilha sonora: